sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Balanço Anual

          Em 2010, deixo a escola, o técnico, ideias, paixões, viagens e um avô.
          Em 2011 quero ideias novas, paixões novas, viagens novas, festas novas, tudo novo.
          Quero estudos, arte, alegrias, cursos.
          Não abandono por completo as ideias de 2010, não todas, algumas, apenas modifico.
          Em 2011, vou procurar realizar as coisas por mim mesmo, sem muita dependência.
          Vou, em 2011, me dedicar ao que me propor a fazer, para fazer direito.
          Em 2011 vou trabalhar, vou conseguir dinheiro para realizar meus sonhos que ele paga.
          Em 2011, peço o apoio e a proteção de todos os deuses, peço que me dêem força, sabedoria, alegrias e tudo mais.
          É isso que espero desse ano que chega daqui a algumas horas.

Gabriel Rosa

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Analisando um Show de Punk (escrito dia 11/12)

    Uma grande massa de pessoas vestindo preto, uma massa gritando o que um cara grita no palco simultaneamente, muito barulho, um som praticamente ensurdecedor que se torna impossível ouvir os próprios pensamentos. Solos de guitarra, uma japa no baixo, uma cara com cara de poucos amigos, um outro com nome de pasta de dentes, e outro com nome de urso australiano. O mais comum é o cara da bateria, que nem aparece, coitado. Agora todos batem palma dando um ritmo diferente pra música toda no palco. Tudo isso ao mesmo tempo que vários técnicos estão preocupados com câmeras, luz, som, correndo de um lado para o outro.
   Isso é um show de Punk Rock, um show de um DVD de despedida de uma banda, que vai deixar saudade em quem curte, o que não é meu caso, visto que eu nunca tinha ouvido falar nela. Enfim, esse é o show da Street Pitbull.

Os Fins

Acordamos correndo, comemos correndo, e esperamos as Horas passarem. Dessa vez foi demorado e não foi a nosso favor. O tédio e a falta do que fazer nos dominavam. Por fim saímos de nossa embarcação, fomos para outro meio de transporte, de onde vimos nuvens com uma brancura singular deitadas nas montanhas da serra. Chegamos a nosso ponto de despedida, de onde seriamos levados por familiares a para nossos respectivos lares. E foi de familiares que descobri que o patriarca fora levado para o reino de Hades durante minha manhã tediosa.

O Meio

          Enquanto Nix dominava o céu e a Lua de Ártemis brilhava linda e branca refletida no Oceano, todos festejavam, dançavam, bebiam...Muita gente, muita gente desconhecida, muita coisa pra fazer, muito o que conhecer e tempo de sobra. Senti-me em casa dentro d’água, nadando de um lado para o outro, tentando segurar a respiração o mais tempo possível, o que não foi muito tempo. Muita coisa acontecia ao mesmo tempo, na mesma loucura das ondas do mar, que nos chacoalhava e dava-nos uma impressão de embriaguez. Todos loucos e eu, sóbrio, assistindo às loucuras, servindo de apoio e assistindo às coisas que eu jamais havia pensado que assistiria, mas por fim das contas, dormi bem.
          Quando o Sol já brilhava, eu acordei, estávamos em um lugar desconhecido, longe de casa. As ondas já não eram problema, estávamos parados, e assim permanecemos todo o dia. A Noite nos trouxe a loucura novamente, mais música alta, bebidas embebedando as pessoas, e eu me mantive sóbrio. A Lua nos olhava novamente, linda, bela e redonda do alto céu imponente, de onde nos abençoava e de onde a Noite nos protegia. Eros acertou uma flecha em alguém, mas uma flecha com tempo de validade determinado por uma única noite, mas, mesmo assim, cheia de vontades não saciadas, mas forte o suficiente para que o atingido deixasse marcas nos lábios alheios.
          O mar e os Ventos estavam muito gentis conosco quando nós paramos novamente. A flecha já não tinha mais efeito, tanto que o atingido e o marcado mal se viram. Mas essa flechada não havia sido em uma única pessoa, e obteve mais sucesso em outros corpos de pessoas diferentes. O Tempo estava acabando, mas passou sem pressa, nos deixando curtir muito tudo o que acontecia com muita Alegria. A Noite dominava o céu, mas não dormíamos, não por falta de vontade nossa, mas por vontade de outros, que nos mantinham acordados. Quando finalmente essas pessoas se cansaram, Hipno nos presenteou com um sono profundo, porém, sem uma duração longa.

O Começo

Acordando cedo, se arrumando, saindo, encontrando amigos, alguns probleminhas rapidamente solucionados. A excitação de pré-viajem, nervos a flor da pele de tanta animação. A animação se transformando em irritação na fila enorme, cheia de gente, que também estavam perdendo a paciência, tudo por um erro logístico. A irritação se transformou em raiva e, para alguns, em desespero. A irritação entra em cena novamente, mas logo sai, afinal, entramos em um lugar que seguiria um caminho sem estradas pelo reino de Poseidon. De noite, a Lua nos iluminava de um lado, em meio a Noite escura, e do outro, o Dia indo embora com o Crepúsculo alaranjado. A combinação dessas duas situações criava uma paisagem belíssima, tocante, que nos fez esquecer a irritação e a falta de paciência.

sábado, 27 de novembro de 2010

...

as pessoas deviam pensar mais no que fazem, as vezes esquecemos que existem outras pessoas ao nosso redor, mas e algo que se espera nos dias de hoje, levando em consideracao que estamos cada vez mais individualistas. mas e como eu disse, isso e ate esperado, fazer o que...

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Água

sábado, 13 de novembro de 2010


We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.


Um video que eu vi no Petiscos e achei muito interessante! Aparece de um tudo, até a MariMoon!!

espero que goste!

domingo, 31 de outubro de 2010

Cinema!

Hoje experimentei uma coisa ótima, mas ao mesmo tempo nem tanto: ir ao cinema sozinho.
Já tinha ido ao teatro sozinho, mas ao cinema, nunca. Já cheguei no cinema sozinho, me instalei, mas o pessoal chegou mais tarde, dessa vez foi diferente, já tinha perdido até as esperanças e, num acesso patético de raiva e indignação, fui ao cinema, peguei a fila, comprei o ingresso, entrei na sala e assisti ao filme, completamente só. Tinha gente no cinema, até mais do que eu esperava, confesso, mas ninguém na minha fileira. Me instalei bem no meio, não tinha ninguém na minha frente, o que deu a sensação de o cinema ser só meu. A tela enorme na minha frente, os atores e atrizes gigantescos e uma bela história Essa foi a parte boa. A parte ruim foi não ter ninguém pra comentar sobre o filme depois, mas isso eu deixo passar, o que importa é que tomei uma decisão, não vou mais deixar de fazer o que quero por causa das outras pessoas. Hoje eu poderia ter assistido a mais um filme, mas não fui por conta disso, esperar os outros.
Isso pode até parecer meio egoísta, e é mesmo, sempre esperei pelos outros, deixei de fazer algumas coisas por isso, agora é hora de recuperar o tempo perdido. Se quiser vir, ótimo, que venha, se não, vou sozinho.

Para encerrar, uma frase do filme: "Ninguém é feliz, com sorte, é alegre"
O filme era "A Suprema Felicidade" de Arnaldo Jabor.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Eu...Hoje!?

Eu ando solitário ultimamente, tardes inteiras em casa, sem o menor contato com o mundo que gira fora do meu quarto. Talvez, para "compensar" isso, quando vou para a escola e saio mais cedo, corro para o bar, cheio de gente pra conversar, onde jogamos sinuca e eu aproveito. Na escola mesmo, notei que me mantenho mais fechado do que de costume, não sei porque.
Tenho lido um pouco mais do que o habitual, e isso é muito bom, já que não estava lendo muito nesses últimos tempos. E tenho tido a sorte de ler bons livros. Estou até lendo dois ao mesmo tempo, um sobre Mitologia grega, que tem aguçado minha criatividade e minha vontade de fazer minhas ideias deixarem de ser só ideias, e outro de Poemas. O segundo comecei ontem, não é nem por vontade própria nem por obrigação, é por...ler. Está certo, tem o incentivo do vestibular, mas isso a gente finge que esquece.
As músicas que estou ouvindo são de diversos tipos, mas me pego ouvindo muito The Killers e P!nk, em especial "Spaceman" e "Dear Mr. President", mas não sei o motivo exato, só sei que me fazem bem.
Acho que essa rotina está me matando, por isso me alegro nas quintas-feiras, saio de casa e vou até a Consolação encontrar com vários desconhecido, todos mais velhos que eu, para lermos peças de teatro que me fazem pensar. Inspirado por isso comprei um livro, que vou ler quando terminar os dois que leio no momento.
Tenho tido atitudes mais egoístas, pensando mais em mim. Antes deixava de fazer as coisas porque não tinha campainha, hoje já não me importo tanto. Às quintas, meus passeios culturais são repletos de mim mesmo e ninguém mais, fui ao teatro um domingo desses, sozinho, não por falta de convite. Sexta penso em fazer o mesmo. Isso é bom, afinal, estou vivendo sem depender de ninguém, mas isso também de assusta, tenho medo de me tornar uma pessoa fria e isolada. Por isso aproveito os momentos que eu não estou sozinho melhor, mas mesmo assim com certo distanciamento involuntário, talvez para não correr o risco de me apegar demais...não sei.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Nota:

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

- Então corre!

          Estava no ponto de ônibus, conversando com um casal de amigos que encontrei por acaso quando meu ônibus chegou, o primeiro ignorou o sinal que eu e mais uma pessoa tinhamos dado, mas logo atras vinha outro, quase não peguei, olhando pelo numero, pensei que não passaria no meu ponto, até que notei a placa:
          - Esse passa.
          - Então corre! - disse minha amiga.
          Subi o ônibus voando em meio a um grito de "tchau", nem me despedi dos meus amigos que me acompanharam da escola até o ponto.
          Quando entrei no ônibus, um menino estava com a carteira na mão, pegando o dinheiro e me deu passagem, eu me encostei num banco para pegar minha carteira, ele entregou o dinheiro ao cobrador e passou, mas ficou esperando o troco, eu encontrei o cartão, que estava no meu bolso e passei, fui em direção ao fundo, como sempre, senti um olhar em mim, mas ignorei. Sentei-me, o garoto estava de costas, mas eu vi quando olhou para trás. Como sempre, me sentei num banco e coloquei minha bolsa ao lado, mas dessa vez, logo me arrumei, esperava ter companhia, talvez, o que era uma completa tolice, o ônibus estava praticamente vazio. O garoto sentou- no banco ao lado, da outra fileira, mas pude ver de canto de olho que ele me olhava. Tinha reparado que era bonito quando passei por ele, cabelo castanho curto, mas nem tanto, pele lisa, os olhos deviam acompanhar a cor do cabelo, mas não tenho certeza. Fingi não ver, olhava o movimento, esboçava alguns sorrisos, mas nada além disso.
          Quando estava chegando no meu ponto, me levantei sorrindo, dei sinal e fiquei esperando na frente da porta, e ele continuava me olhando, e eu sorrindo, olhando para baixo. quando sai (deforma até desengonçada) olhei para trás, ele me olhava de canto de olho dessa vez e tinha um leve sorriso nos lábios. As portas estavam se fechando, e eu olhando e andando, até que ouvi uma mulher soltando um "Ooh" por eu quase ter trombado com ela e com o bebê que tinha no colo, pedi desculpas e segui meu caminho. Vi o ônibus se distanciando, esperando que o tal garoto descesse no ponto seguinte e fosse na mesma direção que eu, para que nos encontrássemos, o que me animou na hora de descer a rua, mesmo pensando que isso não aconteceria como havia acontecido a algum tempo, mas isso é outra história...
          Só sei de uma coisa, ainda bem que minha amiga disse aquele "então corre!".

domingo, 5 de setembro de 2010

Friends. Best Friends!

Ainda mechido pelo filme que acabei de assistir, devo confirmar o que é dito nele, que a coisa mais importante nas nossas vidinhas simples e frageis são os amigos, amigos de verdade.
Não sei como alguém consegue viver só, se é que existe alguém nessa condição. Não viver só de em uma casa onde só more uma pessoa, viver só, sem amigos, sem gente ao redor. Os amigos, as pessoas, a convivencia, essas coisas são importantes, mais importantes até do que o dinheiro que move o mundo hoje em dia, afinal, de que adianta ter dinheiro e ser solitário? Eu sei, essa é a frase mais cliche que pode ser dita, mas é verdade, fazer o que?!
É por saber disso que dou valor aos meus amigos, por isso que os quero juntos, sem discuções que os distancie, como aconteceu, infelizmente, a algum tempo, mas já passou, e espero que não volte a acontecer.
O filme que eu assistise chama "Fried Green Tomatoes" ou, "Tomates Verdes e Fritos", dá na mesma. Falando nisso, vou procurar a receita...

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pessoas...

          Tenho muitas curiosidades a respeito das pessoas, mas não sei como começar uma conversa com alguém com quem eu não tenho nenhuma intimidade. Queria saber fazer isso, chegar, na maior cara de pau, e começar a conversar sobre qualquer coisa, sobra a vida, suas ideias e tudo e tal, sair um pouco do contexto em que estamos inseridos, ou não, isso depende do contexto.
          Não sei porque, mas tenho vergonha de falar, muitas vezes, e por isso, posso parecer metido, ridículo ou sei lá o que as pessoas pensam. Isso acaba repelindo as pessoas de perto de mim, mas, se você que está lendo é uma dessas pessoas, não se deixe abater, persista, uma hora eu vou ter que ceder, e se você souber como fazer, isso não tardará muito.
          Acho que algumas pessoas devem pensar que eu as persigo, o que não deixa de ser verdade, mas não é para causar o mau, mas é por puro interesse em saber o que aquela pessoa pensa, o que ela gosta ou desgosta, é só por isso. vivo fuçando blogs, orkuts, facebooks, qualquer coisa que me de pistas a respeito daquele ser, pra mim, ainda misterioso.

Homens...Mulheres...

          Esses dias. em meio aos meus pensamentos, creio que descobri porque não tenho muitas amizades masculinas e o motivo de não me soltar muito com os poucos amigos que tenho.
          Sempre quem me soava na escola eram os meninos, as pessoas que me ferraram também, dos meninos em que confiei, poucos não me decepcionaram.
          Em 17 anos de vida, tive "traumas" com homens por um bom tempo, o que é o contrario quando se trata de mulheres, que são maioria na minha vida social. Elas se colocavam na frente sempre que me provocavam, elas me ouviam, e eu, como pagamento, talvez, as ouvia de volta. Por isso tenho tanta liberdade com elas, não acho nada de mais uma das minhas amigas se trocando na minha frente, é uma situação até comum.
          Minhas referencias femininas são melhores que as masculinas, mas isso não significa que elas nunca tenham me decepcionado, mas a elas é mais fácil conceder meu perdão do que a um homem.
          Talvez seja por isso que eu tenha dificuldade de me soltar com quem me interessa...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Do título

Depois de tempos, venho justificar o título escolhido para o blog, que já teve vários nomes.
A inspiração para este veio de uma música de mesmo nome da cantora Duffy, que eu adoro (inclusive, foi ao som de suas músicas escrevi o primeiro capítulo de "Helena", não que tenha a ver uma coisa com a outra).
Escolhi essa música para intutular meu blog porque estava num momento que a muúsica descreve bem, de uma forma muito bonita e tudo e tal.
Aqui estão letra e tradução:

Distant Dreamer


"Although you
Think I cope
My head is filled
With hope
Of some place
Other than here

Although you
Think I smile
Inside all the while
I'm wondering
About my destiny

I'm thinking about
All the things
I'd like to do
In my life

Chorus:
I'm a dreamer
A distant dreamer
Dreaming for hope
From today

Even when you
See me frown
My heart
Won't let me down
Because I know
There's better things
To come
(Woah, yeah)

And when life
Gets tough
I feel
I've had enough
I hold on to
A distant star

I'm thinking about
All the things
I'd like to do
In my life

(Chorus 2x)

I'm a dreamer"

Sonhador Distante

"Embora você
pense que eu enfrentarei
A minha cabeça está cheia
Com esperança
De algum lugar
Diferentemente de outras aqui

Embora você
pense no meu sorriso
No interior o tempo todo
Estou perguntando
Sobre o meu destino

Estou pensando
Todas as coisas
Eu gostaria de fazer
Na minha vida

Refrão:
Eu sou um sonhador
Um sonhador distante
Sonhando com esperança
A partir de hoje

Mesmo quando você
Me veja de frente
Meu coração
Não se me deixa para baixo
Porque sei
Há coisas melhores
Para vir
(Woah, yeah)

E quando vida
For dura
Eu sinto
Eu tinha o suficiente
Pra me deter igual a
Uma estrela distante

Estou pensando
Todas as coisas
Eu gostaria de fazer
Na minha vida

(Refrão 2x)

Eu sou um sonhador"

Bom, e pra quem quiser ouvir a música, deixo um vídeo aqui!

Distant Dreamer - Duffy

bom, e é assim que encerro meu post de hoje

domingo, 1 de agosto de 2010

Em Um Bar

          Um garoto anda pela rua, sem destino aparente. Não deve ir tão longe, provavelmente não está fugindo, está só com uma bolsa de lado, que não parece estar tão cheia. Nota-se um fone de ouvido nas suas orelhas, embora o cabelo as cubra. Ele anda de cabeça baixa, olhando para a calçada irregular. Surge então uma garota, sorridente, de cabelos cacheados, que o aborda, ele levanta a cabeça e abre um sorriso e tira os fones da orelha e a abraça. Os dois começam a conversar e a andar juntos e vão na direção de um grupo com mais três pessoas, uma garota de cabelo liso até os ombros, um garoto alto de cabelo arrepiado e uma japonesa de cabelo cacheado. Ele cumprimenta os três e vão até um boteco, onde sentam ao redor de uma mesa e começam a conversar, uma das meninas entra e pega uma cerveja e quatro copos e os entrega aos amigos, a não ser para aquele primeiro garoto, que se entra e sai com uma garrafa de Coca-Cola de seiscentos ml, que todos acabam usufruindo.
          Passado algum tempo, mais pessoas se juntam a eles, uma garota de seios fartos, pele morena e cabelo pelos ombros, um rapaz alto de cabelo armado, estilo Black Power, outra menina de cabelo cacheado, com franja lisa, um garoto magro, outro ruivo e uma menina com dreads misturados no meio do cabelo. Logo a mesa está cheia, varias garrafas sobre ela, o grupo rindo alto, falando de diversas coisas. Entre toda essa aparente bagunça, nota-se um ar de sedução entre alguns membros.
          O primeiro garoto parece ter dois focos, o garoto de cabelo arrepiado e a garota de cabelo cacheado e franja lisa, e se sente correspondido algumas vezes, principalmente pela grota, que está sentada ao seu lado. Depois de muita conversa, vários cigarros de alguns, este clima começa a esquentar. Os dois primeiros rapazes sentam-se um do lado do outro, começam uma conversa que parece ter fim facilmente, o que gera alguns momentos de silêncio entre eles, mas não na mesa, que continua barulhenta, mas isso não parece ser problema, eles arranjam assunto facilmente, até uma bela hora que a garota do cabelo liso no ombro olha para os dois e diz:
          - Deixem de ser moles!
          Os dois a olham, ela ri, eles se olham e o beijo enfim acontece. O resto da mesa parece não notar, principalmente pela chegada de mais gente, uma garota baixinha de cabelos longos cacheados e um garoto de cabelo enroladinho e cavanhaque. Ele se senta ao lado da incentivadora e a cumprimenta com um doce beijo. O clima de romance parece contagiar a todos por ali, mas não necessariamente romance...o ruivo e o garoto magro se empolgam e se beijam também, parecem ser namorados.
          Mais um homem chega, ele tem costeletas e cavanhaque, cabelo não tão curto. Ele se senta junto da menina de cachos, cumprimentam-se com um beijo também e começam a conversar com todos na mesa. A japonesa não para de falar, seus olhos se fecham cada vez mais, mas mesmo assim não parece estar bêbada. Ela conversa bastante com a garota morena e com a de cabelo liso, aparentemente são muito amigas. A morena também conversa muito com a de franja lisa e cabelo cacheado, que conversa também, com o primeiro garoto. O que ele havia beijado, conversa sobre baladas e programas para se fazer de noite com o do Black Power e por ai vai.
          Tudo ali é motivo de risada. O namorado da garota de franja lisa chega, ele tem o cabelo bem curto, quase careca. Trata a todos com muito carinho, parece ser alguém bem simpático. Uma garota aparece pouco depois, vestida de preto, cabelo ondulado um pouco abaixo do ombro, ela fuma um cigarro e se senta junto com o grupo também.
          Infelizmente o horário do ultimo ônibus se aproxima, e as pessoas começam a sair, mas nunca sozinhos, um grupo vai na direção oposta da que vieram, um grupo grande vai até a esquina junto, mas se divide e vão cada um para um lado, um pequeno grupo vai de carro. Depois de seu afair entrar no ônibus com três meninas, a de preto, a de cabelo liso e a de cabelo cacheado, o menino que andava sozinho na rua volta a sua solidão aparente, colocando o fone nos ouvidos e dando sinal para um ônibus que podia ter pego a muito tempo.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Espera


queria fazer uma coreção, ao invez de "Intender", como eu escrevi, é "entender", ok?
levem em consideração que eram  mais de duas da manha quando eu escrevi este texto e eu estava vendo TV!!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Sereias...

talvez essa possa ser uma boa introdução para uma proxima história!
Texto e desenho: Gabriel Rosa

domingo, 18 de julho de 2010

Filmes


podem ter coisas aparentemente sem sentido, mas se assistir os filmes, pode fazer um pouco mais...tem coisas que são sem sentido mesmo, que eu coloquei só pra usar todos os nomes!! HOHO

quinta-feira, 15 de julho de 2010

As-tu Déjà Aimé? - Les Chansons D'amour


Filme de Christophe Honoré que conta uma (ou duas, depende do ponto de vista) história (s) de amor embalada por músicas lindissimas, como essa, que é cantada por Louis Garrel e Grégoire Leprince-Ringuet. Elenco impecavel... Enfim, não tenho muito a dizer, assista e depois venha me dizer o que achou!

domingo, 4 de julho de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Tive meu momento Skins, só faltaram as drogas ilicitas, mas fora isso, teve tudo, desde a pegação, até o momento tenso, mas fazer o que, a tensão faz parte, afinal de contas, sem ela, não saberiamos como são os bons momentos. Agora resta repetir o acontecido, sem o momento tenso, afinal, já sabemos como é o momento tenso. Pensando bem, podemos ter o momento tenso, mas não tão tenso quanto esse, que deixou marcarcas profundas em alguns de nós, e quase nos tira um. Pode ser simplesmente um momento mais filosofico em conjunto, algo que não impossibilite a diversão, que não nos deixe timidos de tomar certas atitudes, talvez assim seja melhor, todos felizes, tudo pefeito, sem muitas preocupações, sem provas importantes no dia seguinte...enfim, sem a tensão intensa.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Sonhos, anseios, desejos e medos (principalmente MEDOS)

Lendo textos alheios, me inspirei e resolvi falar um pouco desses meus sonhos, românticos, talvez até um pouco clichés.
Sonho em dormir e acordar abraçado com alguém que eu goste, e que goste de mim também, mas não imagino que isso aconteça depois de rolar a maior putaria, não! Me imagino simplesmente dormindo e acordando ao lado da pessoa, não importa quem seja, até porque, minha mente, que confesso que seja um tanto volúvel em meus sonhos, já imaginou essa situação com algumas pessoas diferentes. A única coisa que importa é que nós nos gostemos.
Bom, também já me imaginei tendo altas discussões, inclusive com uma das pessoas que me imaginei dormindo, mas na hora H, nunca tive coragem de dizer o que tinha ensaiado durante o banho, ou, até mesmo, antes de dormir. Sempre me contive, dificilmente falo o que penso em situações assim, talvez por ter medo da reação das pessoas, mas as pessoas não parecem ter esse medo da minha reação. Olha só, já deixei o romantismo no primeiro paragrafo e vim para algo que pode até ser comparado ao Realismo, não no texto, mas no que já pensei fazer.
Já pensei em largar esse curso e fazer um outro que eu goste, mas nunca tive coragem. (olha, já sai do romantismo, e do realismo, onde será que me encontro agora?) Já pensei em falar poucas e boas pra diretora da minha escola, falando o porque tem um bando de vagais lá, e porque poucos se interessam realmente, mas nunca fiz, talvez por medo de uma suspensão ou coisa do tipo.
Tá ai, uma coisa que bloqueia a gente o tempo todo, o medo.
Juro que comecei a escrever esse texto com outro objetivo, mas fui escrevendo e vim parar aqui.
Nunca dormi com a pessoa amada nem tive momentos especiais a sós, porque tive medo de me declarar. Que fique bem claro, esses momentos não estão envoltos por sacanagem, mas por simplesmente, momentos.
Ah, enfim, vou parar por aqui, se não começo a me confundir nas minha ideias.
Gabriel Rosa

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Texto Louco e Delirante

Loucamente inspirado por tragédias gregas e atordoados por deveres acadeêmicos, me encontro perdido, de certa forma, em meio a tantas coisas acontecendo ao meu redor. Redescobri o prazer de ler livros ficcionais, coisa que não fazia a um tempinho. Voltei a curtir esta leitura das horas vagas, da volta pra casa. Adquiri também o prazer de ler as tragédias que me referi no início, e com isso, tenho feito algumas descobertas aleatórias em minhas pesquisas a respeito desses personagens mitológicos, pelos quais tenho tanta paixão e admiração.
Posso parecer confuso ao final deste texto, me perdendo em minhas idéias, mas estou de frente para um computador que não é o meu, cercado por pessoas que estão falando alto, focadas em um objetivo mais...exato, "quadrado", enquanto eu fico aqui, digitando o que me vem a cabeça, parando apenas para pensar com quais palavras posso dizer isso.
Não sou tão louco, como posso parecer, tenho idéias diferentes dos outros as vezes, viajo nos meus pensamentos e delírios causados pela minha mente fértil e criativa, enriquecida com algumas pitadas da magia que me ronda, pois acredito que ela (a magia) não seja algo ficcional. Acredito que ela se encontra nas pequenas coisas que fazemos, como dar um sorriso para um desconhecido que te pede uma informação, ou a um gordinho sentado numa estação de metrô esperando sabe-se lá o que.
Um dia escrevi um texto na sala, mas o perdi, porém me lembro bem do que se tratava, falava a respeito das pessoas terem um certo preconceito com pessoas que acreditam nessas coisas que eu citei à cima, na magia das coisas, no poder de mudar as coisas que a arte tem. Quando as pessoas mais "quadradas" se deparam com uma pessoa assim, dizem que ela é louca, o que não é verdade! Só porque não consegue seguir a mesma linha de pensamento deste ser, que no meu ver é de certo modo evoluído em alguma coisa por poder ver as coisas de forma mais "redonda", e por não entender essas coisas, a julgam louca! Louco pra mim é quem não tem abertura para esse novo olhar do mundo, para novas experiências e etc!
Enfim, como alertei, este, provavelmente, é um texto confuso (não sei pois só vou ler depois de clicar em "PUBLICAR POSTAGEM") mas não me importo quanto a isso, só quis escrever alguma coisa, não importava o que, para "desabafar" ou relaxar dessa rotina tediosa.
Bom, agora volto aos problemas acadêmicos que me referi no começo!
Beijos e abraços a todos vocês que leram isto!
Obrigado,
Gabriel Rosa!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

formspring.me

Pode perguntar, juro que respondo! http://formspring.me/bielrosa

sábado, 17 de abril de 2010

A Respeito do Amor/A Respeito do Meu Amor (?)




se não der pra ler, avisa!
não se esqueça que pra ler tem que clicar na imagem! hehe

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Em Amsterdam!





espero que dê para entender oq está escrito! se não der, deixa nos comentários que eu digito, fazer oq, né!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Je Ne Sais Pas

Texto escrito por mim, baseado em uma conversa real. Eis minha história de começo real e final inventado.

     Estava num chat internacional. Eis que surge uma imagem de webcam sobre a minha. Um rapaz de rosto magro, olhos grandes e cabelo cacheado. Não era nenhum deus grego, mas era bem bonito. Começamos a conversar. Perguntou de onde eu falava, disse Brasil. Ele era francês. Disse que adoraria vir ao Brasil um dia. Perguntei se conhecia uma cantora, disse que sim, a adorava. Começamos uma pequena conversa a respeito do cinema francês. Depois de uma breve conversa sobre o assunto, me pediu para dizer algumas palavras em francês, afinal disse os nomes dos filmes no idioma original. Como não sabia muita coisa, disse “Je ne sais pas”. Ele me parabenizou, disse que não tinha nenhum erro. Eu ri, então ele disse que meu sorriso é bonito. Agradeci um pouco tímido. Pediu para que eu dissesse algumas palavras em português. Disse “Eu não sei” e coloquei “Je ne saias pas” entre parênteses. Ele propôs um jogo, um ensinaria ao outro palavras do seu idioma. Disse que gostava de português, e que o idioma é bonito, como uma musica. Perguntou como se diz “Hello, my name is...”. Eu disse “Olá, meu nome é...” e perguntei como seria em francês. “Bonjour, je m'appelle...”, ele respondeu. Logo em seguida mandou “Olá, meu nomé é Gary”. Disse que estava certo, mas depois notei o acento em “nome” e disse q o certo era sem. Ele disse para dizer em francês, e então escrevi “Bonjur, je m’appelle Gabriel”. Ele disse “Gabriel? Such a beautiful name!”. Depois perguntou como seria “I Love you”, e eu disse “eu te amo” e logo em seguida mandei “Je t’aimme, right?”. Ele disse que era só um “m”. Perguntou mais algumas coisas.
     Depois de um tempo, me mandou algo como “você pode mudar de pessoa se não quiser responder: você é gay? (eu não me importo se você for)”. Se não oi isso, foi parecido. Respondi na boa. Disse ser bissexual. Ele disse que também era, mas não sabia a palavra. Disse “Whatever, you're a pretty Guy”. Eu disse “u too”. Perguntou como se dizia “you're very cute or beaultiful”. Disse “Você é muito fofo or lindo, bonito”. Ele disse: “So: você é muito bonito”. Perguntei como era em francês e ele disse “tu es très beau!”. Repeti a sentença, ele agradeceu. Rimos. Ele disse que amava meu sorriso, que era muito fofo, não só o sorriso, mas quando sorria especialmente. Perguntei se tinha conta em algum desses sites de relacionamento, então me passou o Facebook. Fui logo adicioná-lo.
     Pouco mais tarde, disse que queria me ver descoberto (Eu usava um lençol enrolado no corpo). Tirei tranquilamente, mas me cobri rápido, com a mesma agilidade que tinha tirado. Disse que estava envergonhado, ele pareceu não entender, então corri num tradutor e passei para o francês. Então ele disse “1 point!”. Nessa brincadeira fui falando nomes de músicas, palavras avulsas que conheço, e a cada uma, um ponto. Descobri que ele conhecia uma garota canadense “Coeur de Pirate” quando mandei o nome de uma musica. Cheguei aos dez pontos quando mandei parte do refrão. Então ele disse que eu ficava “so cute” cantando essa música, e anunciou minha “vitória”. Quando disse isso, tirou a blusa que vestia. Eu havia esquecido que, assim que anunciou o primeiro ponto, ele disse que quando completasse os dez, faria isto. Perguntou então “am I still "fofo"?”. Eu disse que sim.
     Notei que ele parecia cansado, perguntei se estava com sono, ele respondeu que sim, mas estava gostando de conversar comigo. Falei sobre seu cabelo, disse que gostava dele. Ele disse que o odiava, mas agradeceu. Perguntou o que eu fazia da vida. Disse que estudava e fazia teatro. Perguntou o que eu estudava. Disse que estava no ultimo ano da escola. Então ele perguntou “Why am I the only one without my up?:p”. Me descobri, ele disse que eu parecia envergonhado, disse que estava. Perguntei o que ele fazia. Ele disse que estudava medicina, estava no primeiro ano.
     Ficamos em “silêncio” por um tempo. Disse para eu dizer alguma coisa, mas eu não sabia o que dizer. Acabei por perguntar sua idade, tinha 18, disse que tinha 16. Ele não acreditou, disse que parecia ter 18 ou 19 anos. Depois disso, falou que voltaria em dois minutos. Levantou-se, saiu da frente da câmera, logo apareceu ao fundo, com alguma coisa na mão, abriu um armário no fim do quarto, tirou outra coisa, então pude notar que segurava um paletó, e que o que tirara do armário era um cabide. Pendurou o paletó, guardou. Arrumou mais algumas coisas, pegou uma roupa, apagou a luz, tirou a roupa e colocou um pijama. Não deu para ver nada, se trocara de lado, mas mesmo assim, fiquei um tanto espantado por fazer isto com a webcam ligada na frente de um estranho. Sumiu e quando apareceu novamente, já estava sentado na cadeira. “I’m back now”, disse. Ele havia colocado uma camiseta, mas logo a tirou. Perguntou se eu tinha visto alguma coisa. Falou que apagou a luz, mas não sabia se tinha sido o suficiente. Disse que não foi, mas mesmo assim, não vira nada de mais. Perguntou para mim se eu estava com frio, talvez por eu me “abraçar” muito. Disse que não, mas que ele devia estar, pois na França era inverno naquela época. Ele disse que não, que seu quarto tinha aquecimento.
     Perguntei se conhecia um filme chamado “L’homme de as Vie” ele disse que não. Perguntei se conhecia “Skins”. Ele respondeu empolgado que sim, amava. Começamos a falar sobre a série. Pouco depois, perguntei se morava em Paris, disse que sim e que estava nevando. Eu disse que aqui estava muito quente. Ele disse que gostaria de estar aqui, que o frio é muito triste.
     Falei para ir dormir. Perguntou se queria “me livrar” dele. Respondi que não, que havia dito isso por ele parecer cansado. Ele disse que estava mesmo, mas estava gostando da conversa. Conversamos mais um pouco, então ele sucumbiu ao cansaço e disse que ia dormir. Nos demos boa noite nos três idiomas, inglês, francês e português.
     Depois dessa conversa encantadora, resolvi sair do site, desligar o computador e ir dormir. Fiquei rolando na cama por um tempo, me perguntando quando o veria de novo, se é que o veria. Me apaixonei por aquele francês desconhecido.
     Alguns anos depois, fui à Paris. Estava de passagem, fui passar um fim de semana lá, pois estava estudando na Inglaterra a respeito do teatro medieval, fazendo alguns cursos e etc. Estava vendo uma vitrine de uma loja de roupas, quando algo me disse que deveria olhar para trás, não sei por que, mas sei que o fiz. Quando me virei, vi um pequeno grupo de pessoas andando e, depois que eles passaram, vi um homem, do outro lado da rua, vendo uma vitrine, com um casaco no braço, um copo de café na mão. Olhai bem, me parecia familiar. Cabelos cacheados. Estava de lado, não dava para ver direito seu rosto. Então, ele virou o rosto na minha direção, não olhando para mim, mas deu para ver o rosto, perfeitamente. Atravessei a rua, rapidamente, na direção daquele homem vestido de branco, cutuquei seu ombro. Ele se virou.
     - Gary?

FIN!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Amor? Paixão?


pra ler, é só clicar!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Não Acredito!

Como pode alguem não acreditar no que você diz sem você ter dado o menor motivo para isso?
O pior é que a mentira contada não faz o menor sentido, e mesmo assim, é preferivel acreditar em outra pessoa, que não você!
O que magoa é isso, a falta de credibilidade sem sentido! Por quê sem sentido? Depois de tanto que eu sofri, o tanto que eu fui sincero, depois de me iludir loucamente a respeito dessa passoa, em alguns aspectos, essa pessoa resolve descofiar de mim!
Essa é a prova de como as pessoas podem ser influenciaveis facilmente por alguem com uma boa lábia!
Nunca que eu faria o que estão dizendo que eu fiz!
Isso deve estar bem confuso, mas tudo bem, não me importo, foi o que me veio agora na cabeça, e quero que assim permaneça!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

"Não conheço o que existe entre o 8 e o 80"

"Existem nas recordações de todo homem coisas que ele só revela aos amigos. Há outras que não revela mesmo aos amigos, mas apenas a si próprio, e assim mesmo em segredo. Mas também há, finalmente, coisas que o homem tem medo de desvendar até a si próprio..." Dostoievski
  essa frase inspirou a Pitty a escrever a música "8 ou 80". Fonte, a própria é por isso que eu amo Formspring.me)
Eu sei que não é típico eu postar alguma coisa aqui nesse "tom de conversa", mas eu tinha que colocar essa frase em algum lugar, já que não cabe no subnick do MSN.

"8 ou 80 - Pitty"

Todo mundo tem segredo
Que não conta nem pra si mesmo
Todo mundo tem receio
Do que vê diante do espelho

Eu só quero o começo
Não podia lidar com o meio
Quero muito, tenho apego
Já não quero, só resta desprezo

Nem sempre ando entre meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais

Todo mundo tem segredo
Que não conta nem pra si mesmo
Todo mundo tem receio
Do que vê diante do espelho

Todo mundo tem desejo
Que não divide nem com o travesseiro
O remédio pra amargura
Ou as drogas que vem com bula

Nem sempre ando entre meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais

Não conheço o que existe entre o 8 e 80 (2x)

Nem sempre ando entre meus iguais
Nem sempre faço coisas legais
Me dou bem com os inocentes
Mas com os culpados me divirto mais


O pior é que essa frase é a pura verdade...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Desejos de um Ano Novo!


Menos decepções, menos erros, menos tolices?
Não! Quero de tudo mais, assim quem sabe eu aprenda!
Quero arriscar mais, viver mais.
Quebrar paradigmas, falar o que me vem a cabeça, demonstrar o que sinto e o que eu quero, para que depois não fique pensando como seria se o tivesse feito.
Deixar de ser de idiota e me entregar a quem não mereça, isso é preciso, não, necessário! tomar na cara uma vez já foi o suficiente!
Erros sim, mas não os mesmos.
Decepções querendo ou não, são necessárias.
Tolices são bem vindas, mas de forma comedida, não a todo tempo.
É assim que eu quero que seja meu ano novo!