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terça-feira, 10 de julho de 2012

Loucuras da minha cabeça.


                É comum as pessoas criarem expectativas em cima de coisas que ainda não aconteceram ou que estão para acontecer, mas eu acho que eu supero esse nível normal, eu crio histórias inteiras, com começo, meio, fim e pós.
                Ultimamente tem me vindo uma história baseada em duas pessoas se relacionando com uma mesma, uma sabendo da existência da outra, onde, em determinado momento, as duas se unem para pedir que a outra pessoa escolha entre uma delas. Me fiz claro?
                Pois bem, esta história não será contada completamente aqui, mas, pensa o nível de loucura da pessoa: uma dessas pessoas e conhecida e a outra não, em absoluto, e a história já tá toda criadinha na minha cabeça. Eu acho que a partir deste ponto da pra entender alguma coisa já, mas eu não vou falar mais nada com relação a essas pessoas porque se não... enfim, vamos parar por aqui.
                O que importa é que eu não sei lhe dar muito bem com isso, de criar histórias, porque elas nunca são como eu imagino, ou seja, vai tudo por agua abaixo.
                Com esse textinho mal escrito antes de dormir, eu fico pensando e criando novas histórias e formas de conta-las sem me entregar, como acabei de fazer.

terça-feira, 12 de junho de 2012

A Morte


Acabo de me lembrar de como é a sensação da morte para aqueles que permanecem vivos. É algo estranho, uma indignação com o mundo, mas não pela morte em si, mas pelo resto do mundo continuar vivendo como se nada tivesse acontecido, porque na verdade não aconteceu mesmo, para todas as outras pessoas do mundo, as coisas continuam funcionando da mesma forma de sempre. Esse é o pior momento, diria que o pior dia das vidas das pessoas que perderam alguém querido.
Uma vez eu ouvi que não choramos o fato da pessoa ter morrido, a morte em si, mas a falta que nos fará e todos os momentos posteriores ao acontecimento que nós nos lembraremos e pensaremos que a pessoa que morreu estaria gostando, o que estaria dizendo e etc. Mas eu acho que este choro fica mais forte diante da indiferença do mundo perante nosso sentimento naquele momento. Mesmo que haja pessoas próximas que vão te abraçar, consolar e etc. você sabe que essas pessoas, quando chegarem em suas casas ou não estiverem mais sobre a sua presença, seguirão suas vidas normalmente.
Eu, particularmente, não sei o que dizer quando alguém próximo a mim recebe uma notícia como essa. Para falar a verdade, eu não sei o que fazer quando eu mesmo recebo essa notícia. É por isso que me reservo ao meu silêncio, porque eu sei que se eu resolver falar alguma coisa eu vou falar besteira e também porque, não importa o que eu diga, o que eu faça, nada vai mudar.
As Moiras cuidam dos nossos destinos, tecem nosso fio da vida e o cortam quando julgam que isso deve ser feito e elas fazem isso a milênios, nem s próprios deuses podem interferir em seu trabalho, até eles estão submissos às suas decisões.
Enfim, não sei mais o que posso dizer, não sei consolar ninguém, e foi por isso que eu escrevi este texto às 7h da manhã, quando uma notícia como essa chegou para alguém próximo a mim, e eu sei que essa sensação de impotência é dilatada pelos continentes.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Beijo:


“Eu sei que a imagem pode parecer estranha, mas imaginei isso e é daí que vem o texto que segue.”

Um beijo é mais do que dois lábios se tocando. Quando as pessoas se beijam, é como se um tocasse as palavras que o outro falou durante toda sua vida. Os lábios são como páginas de um livro curto, porém denso, cheio de histórias de vários tipos, de palavras cheias de emoção e significado. Mesmo as palavras repetidas não são as mesmas, pois para cada uma existe não apenas uma entonação diferente, mas também as situações em que foram ditas são diferentes, ou não, logo, trazem significados diferentes.
Desta forma, é como se um beijo fosse um diálogo mudo, “un dialogue de sourd”, como diz uma música, onde as pessoas envolvidas se entendem, não apenas por compartilharem de um sentimento que existe, e que não necessariamente seja amor ou paixão ou coisa do tipo, mas por estarem trocando experiências acumuladas durante toda uma vida. Talvez seja por isso que o primeiro beijo seja tão importante e significativo para as pessoas na maioria das vezes.
A imagem é estranha, mas quando os lábios se tocam, é como se as páginas de dois livros distintos se intercalassem e trocassem seu conteúdo. Obviamente, beijar um livro não surte o mesmo efeito, porque, por mais que quando escritas exista uma intensão, as palavras de um livro estão estáticas, não tem uma história, um sentimento próprio e etc. Não é uma questão somente de entonação, as palavras trazem consigo histórias, sensações e sentimentos únicos durante um beijo. Uma palavra pode ter um significado diferente para cada pessoas, por isso nunca se repetem, e é isso que transforma os beijos singulares, mesmo que em uma mesma pessoa, as histórias são sempre diferentes, nunca tem fim, nunca são as mesmas.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Gabriel Rosa Gouveia

          Olá, meu nome, como pode ser lido ali em cima, é Gabriel, tenho 18 anos, dos quais 3 e alguns meses, eu me dedico ao Teatro, e alguns mais ao desenho, mas eu perdi a mão para ilustrações e me dedico, atualmente, ao desenho de Moda. Gostaria de juntar essas duas Artes trabalhando com figurinos para Teatro, Cinema e tv. Tenho muitas ideias, embora nunca as tenha colocado em pratica, para o Teatro, inclusive, planejo escrever algumas coisas, penso até em musicais, só que com musicas já existentes, já que minha experiência com violão foi péssima e cantar não é, definitivamente, o meu forte. Já participei de um musical do Pequeno Príncipe, mas eu fazia parte do coro na parte cantada. Já participei de uma companhia, mas saí por não estar atingindo meus objetivos e correspondendo as minha expectativas...bom, essa é a resposta mais adequada pra não dizer que foi por motivos pessoais que me fazem nunca mais querer trabalhar com aquele diretor. Mas foi bom estar lá, aprendi um pouco, participei de uma apresentação de ballet do Alladin, não que eu dance, mas sou melhor dançando do que cantado, isso eu garanto. Estou em um grupo de Cinema, sinto que lá talvez algumas dessas várias ideias possam fluir. Gosto de assistir filmes que quase ninguém assiste, mas ao mesmo tempo isso é irritante, afinal, não tenho com quem comentar o filme. Tenho uma lista com mais de 100 livros para comprar, fora os que eu já li, quero comprar, mas não estão listados. Eu amo Música, dos mais variados estilos, mas tenho uma certa aversão a funk carioca, pagode e sertanejo, não sei porque. Quero aprender vários idiomas, já comecei com o Inglês, o próximo é Francês e, depois, Grego. Talvez eu aprenda Italiano na Espanha e Espanhol na Itália para não correr o risco de perder uma delas, pelo menos eu ouvi dizer que, pela proximidade, fica fácil isso acontecer. Antropologia também me atrai, mas essa será minha terceira faculdade, talvez nos Estados Unidos, mas eu ainda estou pensando na possibilidade de fazer Antropologia ou Antropologia Forense. A minha segunda faculdade vai ser Moda e a primeira, essa que eu estou me candidatando por essa carta, Artes Cênicas. Talvez depois dessas três eu estude Letras ou Jornalismo ou História...
          Enfim, agradeço a atenção de quem estiver lendo.

                    Gabriel Rosa (é assim que eu assino)

Este texto foi escrito para fazer parte do programa de uma peça e era para ser feito como carta de recomendação para uma faculdade ou trabalho ou seja lá o que fosse, daí eu gostei tanto que eu resolvi postar!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Amanhã ou Depois

          Não me arrependo, pelo contrário, se tenho que me arrepender de algo é de não ter feito antes. Mas eu estive pensando, o que vai acontecer daqui pra frente? E se eu quiser variar? E se ele quiser variar?
          Como eu sou precoce, só ficamos uma vez e eu aqui, criando mil problemas. Talvez seja por isso que eu nunca tenha namorado nem tido um relacionamento sério. Eu não sei o que eu quero, aliás, sei, quero um amigo com privilégios, mas nada que me prenda ou me deixe culpado caso eu queira ficar com outra pessoa. Não quero um relacionamento amoroso, quero um relacionamento, que é diferente. Nada de sentimentos profundos, cartinhas e declarações. O único sentimento que nutriríamos um pelo outro seria a amizade e o respeito, pelo menos por enquanto.
          Não quero nada sério para evitar traumas futuros, do tipo que você não suporta sequer ver a cara da pessoa.
          Posso parecer frio e sem sentimentos, mas a verdade é que eu não estou pronto nem com vontade de me juntar a alguém, principalmente agora. Se bem que, como eu ando ultimamente, pode ser que amanhã ou depois eu já não pense assim, mas isso é amanhã ou depois.
          E não, isso não é ressaca moral!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Eu Quero Alguém/ Que Use Calça ou Saia.

          O que eu quero não é um amor, mas também não é um casinho, sexo. Eu quero, sei lá, alguém, quero me sentir amado. Já cansei de amar, por assim dizer, e não ser amado em troca. Cansei disso. Se alguém me amou ou gostou mesmo de mim, não foi homem ou mulher o suficiente pra dizer ou demonstrar. Concordo que eu também não sou nenhum lago limpinho, facilmente desvendável, sei que não demonstro muito bem o que sinto, sei que tenho minha parcela de culpa nisso, mas eu sempre fui assim. eu, muitas vezes não demonstro nada, aos olhos da pessoa, porque tenho medo de me arriscar, de parecer grudento e levar um fora, sei lá.
          Por isso decidi que o que eu quero não é uma namorada ou namorado, eu quero uma pessoa que esteja comigo, que me apóie, me de carinho. Como a personagem de "Divã" diria, talvez "não quero um amor, quero algo melhor". Eu quero, agora falando por mim, um amigo ou amiga, tanto faz, com algo a mais, mas sem paixão, paixão é inútil no meu caso, causa muito problema, intriga, ciúme, e isso eu não quero. quero alguém pra me acompanhar nas minhas idas á Paulista, ao TUSP, á qualquer lugar, mesmo que seja o meu quarto, pra ficar vendo um filme ou olhando pro teto e conversando. Mas não quero namorar, não quero compromisso, eu só quero alguém.
          Quero namorar sem o título, sem o cargo de namorado, que deve pesar muito. Quero algo entre o namoro e a amizade, sério, mas não tanto. Quero um namoro chatinho, caretinha, legalzinho, mas não um namoro propriamente dito.
          Que Nix, Posidon, Afrodite e a Lua abençoem tudo isso e me protejam.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Balanço Anual

          Em 2010, deixo a escola, o técnico, ideias, paixões, viagens e um avô.
          Em 2011 quero ideias novas, paixões novas, viagens novas, festas novas, tudo novo.
          Quero estudos, arte, alegrias, cursos.
          Não abandono por completo as ideias de 2010, não todas, algumas, apenas modifico.
          Em 2011, vou procurar realizar as coisas por mim mesmo, sem muita dependência.
          Vou, em 2011, me dedicar ao que me propor a fazer, para fazer direito.
          Em 2011 vou trabalhar, vou conseguir dinheiro para realizar meus sonhos que ele paga.
          Em 2011, peço o apoio e a proteção de todos os deuses, peço que me dêem força, sabedoria, alegrias e tudo mais.
          É isso que espero desse ano que chega daqui a algumas horas.

Gabriel Rosa

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Analisando um Show de Punk (escrito dia 11/12)

    Uma grande massa de pessoas vestindo preto, uma massa gritando o que um cara grita no palco simultaneamente, muito barulho, um som praticamente ensurdecedor que se torna impossível ouvir os próprios pensamentos. Solos de guitarra, uma japa no baixo, uma cara com cara de poucos amigos, um outro com nome de pasta de dentes, e outro com nome de urso australiano. O mais comum é o cara da bateria, que nem aparece, coitado. Agora todos batem palma dando um ritmo diferente pra música toda no palco. Tudo isso ao mesmo tempo que vários técnicos estão preocupados com câmeras, luz, som, correndo de um lado para o outro.
   Isso é um show de Punk Rock, um show de um DVD de despedida de uma banda, que vai deixar saudade em quem curte, o que não é meu caso, visto que eu nunca tinha ouvido falar nela. Enfim, esse é o show da Street Pitbull.

domingo, 31 de outubro de 2010

Cinema!

Hoje experimentei uma coisa ótima, mas ao mesmo tempo nem tanto: ir ao cinema sozinho.
Já tinha ido ao teatro sozinho, mas ao cinema, nunca. Já cheguei no cinema sozinho, me instalei, mas o pessoal chegou mais tarde, dessa vez foi diferente, já tinha perdido até as esperanças e, num acesso patético de raiva e indignação, fui ao cinema, peguei a fila, comprei o ingresso, entrei na sala e assisti ao filme, completamente só. Tinha gente no cinema, até mais do que eu esperava, confesso, mas ninguém na minha fileira. Me instalei bem no meio, não tinha ninguém na minha frente, o que deu a sensação de o cinema ser só meu. A tela enorme na minha frente, os atores e atrizes gigantescos e uma bela história Essa foi a parte boa. A parte ruim foi não ter ninguém pra comentar sobre o filme depois, mas isso eu deixo passar, o que importa é que tomei uma decisão, não vou mais deixar de fazer o que quero por causa das outras pessoas. Hoje eu poderia ter assistido a mais um filme, mas não fui por conta disso, esperar os outros.
Isso pode até parecer meio egoísta, e é mesmo, sempre esperei pelos outros, deixei de fazer algumas coisas por isso, agora é hora de recuperar o tempo perdido. Se quiser vir, ótimo, que venha, se não, vou sozinho.

Para encerrar, uma frase do filme: "Ninguém é feliz, com sorte, é alegre"
O filme era "A Suprema Felicidade" de Arnaldo Jabor.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Homens...Mulheres...

          Esses dias. em meio aos meus pensamentos, creio que descobri porque não tenho muitas amizades masculinas e o motivo de não me soltar muito com os poucos amigos que tenho.
          Sempre quem me soava na escola eram os meninos, as pessoas que me ferraram também, dos meninos em que confiei, poucos não me decepcionaram.
          Em 17 anos de vida, tive "traumas" com homens por um bom tempo, o que é o contrario quando se trata de mulheres, que são maioria na minha vida social. Elas se colocavam na frente sempre que me provocavam, elas me ouviam, e eu, como pagamento, talvez, as ouvia de volta. Por isso tenho tanta liberdade com elas, não acho nada de mais uma das minhas amigas se trocando na minha frente, é uma situação até comum.
          Minhas referencias femininas são melhores que as masculinas, mas isso não significa que elas nunca tenham me decepcionado, mas a elas é mais fácil conceder meu perdão do que a um homem.
          Talvez seja por isso que eu tenha dificuldade de me soltar com quem me interessa...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Texto Louco e Delirante

Loucamente inspirado por tragédias gregas e atordoados por deveres acadeêmicos, me encontro perdido, de certa forma, em meio a tantas coisas acontecendo ao meu redor. Redescobri o prazer de ler livros ficcionais, coisa que não fazia a um tempinho. Voltei a curtir esta leitura das horas vagas, da volta pra casa. Adquiri também o prazer de ler as tragédias que me referi no início, e com isso, tenho feito algumas descobertas aleatórias em minhas pesquisas a respeito desses personagens mitológicos, pelos quais tenho tanta paixão e admiração.
Posso parecer confuso ao final deste texto, me perdendo em minhas idéias, mas estou de frente para um computador que não é o meu, cercado por pessoas que estão falando alto, focadas em um objetivo mais...exato, "quadrado", enquanto eu fico aqui, digitando o que me vem a cabeça, parando apenas para pensar com quais palavras posso dizer isso.
Não sou tão louco, como posso parecer, tenho idéias diferentes dos outros as vezes, viajo nos meus pensamentos e delírios causados pela minha mente fértil e criativa, enriquecida com algumas pitadas da magia que me ronda, pois acredito que ela (a magia) não seja algo ficcional. Acredito que ela se encontra nas pequenas coisas que fazemos, como dar um sorriso para um desconhecido que te pede uma informação, ou a um gordinho sentado numa estação de metrô esperando sabe-se lá o que.
Um dia escrevi um texto na sala, mas o perdi, porém me lembro bem do que se tratava, falava a respeito das pessoas terem um certo preconceito com pessoas que acreditam nessas coisas que eu citei à cima, na magia das coisas, no poder de mudar as coisas que a arte tem. Quando as pessoas mais "quadradas" se deparam com uma pessoa assim, dizem que ela é louca, o que não é verdade! Só porque não consegue seguir a mesma linha de pensamento deste ser, que no meu ver é de certo modo evoluído em alguma coisa por poder ver as coisas de forma mais "redonda", e por não entender essas coisas, a julgam louca! Louco pra mim é quem não tem abertura para esse novo olhar do mundo, para novas experiências e etc!
Enfim, como alertei, este, provavelmente, é um texto confuso (não sei pois só vou ler depois de clicar em "PUBLICAR POSTAGEM") mas não me importo quanto a isso, só quis escrever alguma coisa, não importava o que, para "desabafar" ou relaxar dessa rotina tediosa.
Bom, agora volto aos problemas acadêmicos que me referi no começo!
Beijos e abraços a todos vocês que leram isto!
Obrigado,
Gabriel Rosa!

sábado, 17 de abril de 2010

A Respeito do Amor/A Respeito do Meu Amor (?)




se não der pra ler, avisa!
não se esqueça que pra ler tem que clicar na imagem! hehe