Olá, meu nome, como pode ser lido ali em cima, é Gabriel, tenho 18 anos, dos quais 3 e alguns meses, eu me dedico ao Teatro, e alguns mais ao desenho, mas eu perdi a mão para ilustrações e me dedico, atualmente, ao desenho de Moda. Gostaria de juntar essas duas Artes trabalhando com figurinos para Teatro, Cinema e tv. Tenho muitas ideias, embora nunca as tenha colocado em pratica, para o Teatro, inclusive, planejo escrever algumas coisas, penso até em musicais, só que com musicas já existentes, já que minha experiência com violão foi péssima e cantar não é, definitivamente, o meu forte. Já participei de um musical do Pequeno Príncipe, mas eu fazia parte do coro na parte cantada. Já participei de uma companhia, mas saí por não estar atingindo meus objetivos e correspondendo as minha expectativas...bom, essa é a resposta mais adequada pra não dizer que foi por motivos pessoais que me fazem nunca mais querer trabalhar com aquele diretor. Mas foi bom estar lá, aprendi um pouco, participei de uma apresentação de ballet do Alladin, não que eu dance, mas sou melhor dançando do que cantado, isso eu garanto. Estou em um grupo de Cinema, sinto que lá talvez algumas dessas várias ideias possam fluir. Gosto de assistir filmes que quase ninguém assiste, mas ao mesmo tempo isso é irritante, afinal, não tenho com quem comentar o filme. Tenho uma lista com mais de 100 livros para comprar, fora os que eu já li, quero comprar, mas não estão listados. Eu amo Música, dos mais variados estilos, mas tenho uma certa aversão a funk carioca, pagode e sertanejo, não sei porque. Quero aprender vários idiomas, já comecei com o Inglês, o próximo é Francês e, depois, Grego. Talvez eu aprenda Italiano na Espanha e Espanhol na Itália para não correr o risco de perder uma delas, pelo menos eu ouvi dizer que, pela proximidade, fica fácil isso acontecer. Antropologia também me atrai, mas essa será minha terceira faculdade, talvez nos Estados Unidos, mas eu ainda estou pensando na possibilidade de fazer Antropologia ou Antropologia Forense. A minha segunda faculdade vai ser Moda e a primeira, essa que eu estou me candidatando por essa carta, Artes Cênicas. Talvez depois dessas três eu estude Letras ou Jornalismo ou História...
Enfim, agradeço a atenção de quem estiver lendo.
Gabriel Rosa (é assim que eu assino)
Este texto foi escrito para fazer parte do programa de uma peça e era para ser feito como carta de recomendação para uma faculdade ou trabalho ou seja lá o que fosse, daí eu gostei tanto que eu resolvi postar!
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terça-feira, 14 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Analisando um Show de Punk (escrito dia 11/12)
Uma grande massa de pessoas vestindo preto, uma massa gritando o que um cara grita no palco simultaneamente, muito barulho, um som praticamente ensurdecedor que se torna impossível ouvir os próprios pensamentos. Solos de guitarra, uma japa no baixo, uma cara com cara de poucos amigos, um outro com nome de pasta de dentes, e outro com nome de urso australiano. O mais comum é o cara da bateria, que nem aparece, coitado. Agora todos batem palma dando um ritmo diferente pra música toda no palco. Tudo isso ao mesmo tempo que vários técnicos estão preocupados com câmeras, luz, som, correndo de um lado para o outro.
Isso é um show de Punk Rock, um show de um DVD de despedida de uma banda, que vai deixar saudade em quem curte, o que não é meu caso, visto que eu nunca tinha ouvido falar nela. Enfim, esse é o show da Street Pitbull.
Isso é um show de Punk Rock, um show de um DVD de despedida de uma banda, que vai deixar saudade em quem curte, o que não é meu caso, visto que eu nunca tinha ouvido falar nela. Enfim, esse é o show da Street Pitbull.
Manchas de Caneta
Devaneios,
Fatos,
Introspectando
Os Fins
Acordamos correndo, comemos correndo, e esperamos as Horas passarem. Dessa vez foi demorado e não foi a nosso favor. O tédio e a falta do que fazer nos dominavam. Por fim saímos de nossa embarcação, fomos para outro meio de transporte, de onde vimos nuvens com uma brancura singular deitadas nas montanhas da serra. Chegamos a nosso ponto de despedida, de onde seriamos levados por familiares a para nossos respectivos lares. E foi de familiares que descobri que o patriarca fora levado para o reino de Hades durante minha manhã tediosa.
O Meio
Enquanto Nix dominava o céu e a Lua de Ártemis brilhava linda e branca refletida no Oceano, todos festejavam, dançavam, bebiam...Muita gente, muita gente desconhecida, muita coisa pra fazer, muito o que conhecer e tempo de sobra. Senti-me em casa dentro d’água, nadando de um lado para o outro, tentando segurar a respiração o mais tempo possível, o que não foi muito tempo. Muita coisa acontecia ao mesmo tempo, na mesma loucura das ondas do mar, que nos chacoalhava e dava-nos uma impressão de embriaguez. Todos loucos e eu, sóbrio, assistindo às loucuras, servindo de apoio e assistindo às coisas que eu jamais havia pensado que assistiria, mas por fim das contas, dormi bem.
Quando o Sol já brilhava, eu acordei, estávamos em um lugar desconhecido, longe de casa. As ondas já não eram problema, estávamos parados, e assim permanecemos todo o dia. A Noite nos trouxe a loucura novamente, mais música alta, bebidas embebedando as pessoas, e eu me mantive sóbrio. A Lua nos olhava novamente, linda, bela e redonda do alto céu imponente, de onde nos abençoava e de onde a Noite nos protegia. Eros acertou uma flecha em alguém, mas uma flecha com tempo de validade determinado por uma única noite, mas, mesmo assim, cheia de vontades não saciadas, mas forte o suficiente para que o atingido deixasse marcas nos lábios alheios.
O mar e os Ventos estavam muito gentis conosco quando nós paramos novamente. A flecha já não tinha mais efeito, tanto que o atingido e o marcado mal se viram. Mas essa flechada não havia sido em uma única pessoa, e obteve mais sucesso em outros corpos de pessoas diferentes. O Tempo estava acabando, mas passou sem pressa, nos deixando curtir muito tudo o que acontecia com muita Alegria. A Noite dominava o céu, mas não dormíamos, não por falta de vontade nossa, mas por vontade de outros, que nos mantinham acordados. Quando finalmente essas pessoas se cansaram, Hipno nos presenteou com um sono profundo, porém, sem uma duração longa.
Quando o Sol já brilhava, eu acordei, estávamos em um lugar desconhecido, longe de casa. As ondas já não eram problema, estávamos parados, e assim permanecemos todo o dia. A Noite nos trouxe a loucura novamente, mais música alta, bebidas embebedando as pessoas, e eu me mantive sóbrio. A Lua nos olhava novamente, linda, bela e redonda do alto céu imponente, de onde nos abençoava e de onde a Noite nos protegia. Eros acertou uma flecha em alguém, mas uma flecha com tempo de validade determinado por uma única noite, mas, mesmo assim, cheia de vontades não saciadas, mas forte o suficiente para que o atingido deixasse marcas nos lábios alheios.
O mar e os Ventos estavam muito gentis conosco quando nós paramos novamente. A flecha já não tinha mais efeito, tanto que o atingido e o marcado mal se viram. Mas essa flechada não havia sido em uma única pessoa, e obteve mais sucesso em outros corpos de pessoas diferentes. O Tempo estava acabando, mas passou sem pressa, nos deixando curtir muito tudo o que acontecia com muita Alegria. A Noite dominava o céu, mas não dormíamos, não por falta de vontade nossa, mas por vontade de outros, que nos mantinham acordados. Quando finalmente essas pessoas se cansaram, Hipno nos presenteou com um sono profundo, porém, sem uma duração longa.
O Começo
Acordando cedo, se arrumando, saindo, encontrando amigos, alguns probleminhas rapidamente solucionados. A excitação de pré-viajem, nervos a flor da pele de tanta animação. A animação se transformando em irritação na fila enorme, cheia de gente, que também estavam perdendo a paciência, tudo por um erro logístico. A irritação se transformou em raiva e, para alguns, em desespero. A irritação entra em cena novamente, mas logo sai, afinal, entramos em um lugar que seguiria um caminho sem estradas pelo reino de Poseidon. De noite, a Lua nos iluminava de um lado, em meio a Noite escura, e do outro, o Dia indo embora com o Crepúsculo alaranjado. A combinação dessas duas situações criava uma paisagem belíssima, tocante, que nos fez esquecer a irritação e a falta de paciência.
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